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	<title>Arquivo de Divinity, Baldurs Gate III, Notícias, Kingdom Come Deliverance II - Alan Weslley Games</title>
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	<description>O universo geek em um só lugar!</description>
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		<title>Diretor da Larian defende uso de IA no novo Divinity após críticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[alanwo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 16:15:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Swen Vincke, diretor da Larian Studios, respondeu às críticas sobre o uso de inteligência artificial generativa no novo jogo da série Divinity, afirmando que a tecnologia serve apenas como auxílio no desenvolvimento. O estúdio garantiu que não haverá arte final gerada por IA e que continua contratando profissionais, destacando que o uso de ferramentas de IA é uma prática comum na indústria atual.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Larian foi alvo de críticas por confirmar o uso de inteligência artificial generativa em seu novo jogo da série Divinity, e o diretor Swen Vincke respondeu que a reação foi excessiva porque “absolutamente todos os estúdios” usam IA como ferramenta; ele afirmou que a tecnologia está sendo aplicada como auxílio, não substituto de artistas, e que o estúdio continua contratando profissionais e não usará conteúdo final gerado por IA no jogo[1][3].  </p>
<p>Contexto e principais pontos da polêmica:<br />
&#8211; O anúncio do novo Divinity durante o The Game Awards 2025 trouxe atenção ao projeto — e à confirmação de que IA generativa foi usada em partes do fluxo de trabalho, o que motivou críticas públicas, incluindo de ex-funcionários e parte da comunidade gamer[1].<br />
&#8211; Swen Vincke explicou que a IA é usada para acelerar tarefas rotineiras e para apoiar processos criativos, e reforçou que não haverá arte final criada por IA no produto final[1][3].<br />
&#8211; A repercussão levou Vincke a enviar um comunicado e a publicar esclarecimentos em redes sociais para contextualizar a adoção da tecnologia[1].  </p>
<p>Defesa pública e reações da indústria:<br />
&#8211; Alguns pares da indústria defenderam Vincke; por exemplo, Daniel Vávra, diretor de Kingdom Come: Deliverance, afirmou que o uso de IA pela Larian é o mesmo que “todo mundo” faz e que a histeria em torno da tecnologia é exagerada, destacando benefícios como redução de tempo de desenvolvimento e potencial para viabilizar mais projetos[2].<br />
&#8211; Críticas, por outro lado, focaram em riscos reais percebidos: precarização do trabalho criativo, uso indevido de treinamentos em bases contendo obras de artistas sem consentimento, e a possibilidade de conteúdo genérico ou despersonalizado quando a IA é mal aplicada[1].  </p>
<p>O que a Larian especificamente disse que faz (segundo as declarações):<br />
&#8211; IA como ferramenta auxiliar para tarefas que aumentam produtividade e resolvem gargalos de produção[1].<br />
&#8211; Contratações ativas de artistas conceituais, roteiristas e dubladores; afirmação de que não haverá elementos finais produzidos por IA no jogo[1][3].<br />
&#8211; Investimento em equipes de roteiro, tradução e mais contratações para ampliar o corpo criativo[1].  </p>
<p>Informação adicional e checagem de fatos:<br />
&#8211; Casos semelhantes na indústria mostram que estúdios têm adotado IA para prototipagem, pesquisas visuais e ajustes técnicos, mas a transparência sobre onde e como a IA é empregada varia entre empresas[1].<br />
&#8211; Há precedentes de jogos que removeram ou alteraram elementos gerados por IA após críticas públicas, o que demonstra sensibilidade do mercado e da comunidade ao uso não explicado da tecnologia[1].<br />
&#8211; Debate legal e ético sobre IA em artes permanece ativo: questões sobre direitos autorais dos dados usados para treinar modelos, atribuição e remuneração de criadores humanos continuam sem respostas uniformes, o que alimenta a preocupação de artistas e auditores culturais.  </p>
<p>Sugestão de tom e estrutura para publicação em redes sociais (post longo, informativo e engajador):<br />
&#8211; Abertura direta (1–2 frases): apresente a notícia e por que importa para gamers e criativos.<br />
&#8211; Contexto factual (2–3 parágrafos): resuma o que a Larian declarou, a reação pública e a defesa de Vávra, citando que a empresa afirma não incluir arte final gerada por IA[1][2][3].<br />
&#8211; Ponto de vista equilibrado (1–2 parágrafos): explique benefícios práticos da IA para produção (velocidade, prototipagem) e os riscos legítimos (substituição, uso de bases não autorizadas, perda de voz artística).<br />
&#8211; Chamado à ação (1 parágrafo): convide a comunidade a pedir transparência dos estúdios sobre onde a IA foi usada e a apoiar políticas que protejam criadores.<br />
&#8211; Hashtags e engajamento: sugira hashtags relevantes (#Divinity #Larian #IAnaIndústria #GameDev) e uma pergunta final para gerar comentários (“Você acha aceitável que estúdios usem IA como ferramenta de apoio? Por quê?”).  </p>
<p>Exemplo de texto pronto para postagem (versão publicada):<br />
A Larian gerou polêmica ao confirmar o uso de inteligência artificial generativa no desenvolvimento do novo Divinity — e o diretor Swen Vincke respondeu que a reação foi exagerada porque “absolutamente todos os estúdios” estão usando IA como ferramenta. Segundo a empresa, a tecnologia serve como auxílio para tarefas rotineiras, não para substituir artistas, e nenhum conteúdo final gerado por IA será incluído no jogo; o estúdio também disse que continua contratando artistas, roteiristas e dubladores[1][3].<br />
A discussão expõe um dilema maior da indústria: a IA pode acelerar criação, reduzir custos e viabilizar mais projetos, mas também levanta questões sobre autoria, direitos dos artistas e transparência sobre o que é humano e o que é gerado por máquina[2][1]. Vários desenvolvedores e executivos defendem o uso responsável da tecnologia, enquanto parte da comunidade exige garantias de que empregos e a identidade artística não serão sacrificados.<br />
Para a comunidade gamer e profissional, o mais importante agora é exigir clareza dos estúdios: onde a IA foi aplicada, com quais dados os modelos foram treinados e como os créditos e remunerações dos criadores humanos serão preservados. E você, acha aceitável que estúdios usem IA como apoio no desenvolvimento de jogos? Comente abaixo. #Divinity #Larian #IAnaIndústria #GameDev  </p>
<p>Fontes principais consultadas: relatos sobre a repercussão e as declarações de Swen Vincke e do estúdio, bem como reações de colegas da indústria e reportagens sobre casos semelhantes que mostram remoção de conteúdos gerados por IA após críticas[1][2][3].</p>
<p>O post <a href="https://alanweslley.com.br/diretor-da-larian-defende-uso-de-ia-no-novo-divinity-apos-criticas/">Diretor da Larian defende uso de IA no novo Divinity após críticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://alanweslley.com.br">Alan Weslley Games</a>.</p>
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