NOVIDADE 🤩📲 SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP: https://alanweslley.com.br/6yrc
O CEO da Larian Studios, Swen Vincke, conhecido pelo sucesso estrondoso de Baldur’s Gate 3, levantou um debate acalorado sobre a cultura de toxicidade nas críticas de videogames. Em uma série de publicações recentes, Vincke defendeu os criadores de jogos, afirmando categoricamente que palavras duras causam danos reais e podem afetar profundamente quem trabalha na indústria.
O desabafo ocorreu em um contexto específico: Vincke saiu em defesa do estúdio Wildlight Entertainment, cujo novo jogo, Highguard, enfrentou uma recepção hostil e muitas análises negativas logo no lançamento. O diretor argumentou que o simples ato de colocar uma obra criativa no mundo deixa os desenvolvedores em uma posição de vulnerabilidade e que esse esforço, por si só, merece respeito, independentemente de o público gostar ou não do resultado final. Ele ressaltou uma verdade dura do processo criativo: é muito fácil destruir coisas, mas é muito mais difícil construí-las.
Um dos pontos mais polêmicos de sua declaração foi uma sugestão irônica para conter a agressividade: a criação de um sistema estilo Metacritic focado nos próprios críticos. Nessa proposta hipotética, os analistas seriam pontuados com base na qualidade e na utilidade de suas críticas. Segundo Vincke, isso poderia incentivar um pouco mais de moderação, protegendo criadores sensíveis de perderem seu idealismo ou, pior, de abandonarem a indústria devido ao desgaste emocional.
Para evitar mal-entendidos, o chefão da Larian fez questão de equilibrar sua opinião. Ele esclareceu que sua defesa dos desenvolvedores não significa apoio a práticas antiético. Vincke reforçou que também desaprova veementemente estúdios ou editoras que exploram seus jogadores, especialmente através de táticas abusivas de monetização, deixando claro que o respeito deve ser uma via de mão dupla entre criadores e comunidade.

