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Uma pessoa fazendo o trabalho de 100? O futuro do desenvolvimento de jogos pode depender disso, segundo criador de Stellar Blade.
Hyung-tae Kim, CEO da Shift Up e diretor do aclamado Stellar Blade, fez declarações impactantes sobre o papel da Inteligência Artificial na indústria de games durante uma conferência de estratégia econômica na Coreia do Sul. Segundo ele, a adoção da IA não é apenas uma opção tecnológica, mas uma necessidade de sobrevivência para estúdios que precisam competir com potências globais.
O executivo destacou uma disparidade alarmante na força de trabalho: enquanto a Shift Up dedica cerca de 150 profissionais para criar um grande projeto, estúdios na China chegam a alocar entre 1.000 e 2.000 pessoas para um único jogo. Kim argumenta que é impossível competir em volume e qualidade de conteúdo com essa diferença numérica sem o auxílio da tecnologia.
A visão de Kim é que a IA servirá como um multiplicador de eficiência. A frase que marcou sua apresentação foi clara: com o domínio dessas ferramentas, uma única pessoa poderá realizar o trabalho de 100. Ele reforçou que o objetivo não é substituir funcionários, mas sim aumentar o valor de cada desenvolvedor, permitindo que equipes menores entreguem resultados que antes exigiriam batalhões de profissionais.
Essa postura recebeu apoio governamental no evento, com o Ministro da Cultura sul-coreano incentivando o uso de IA para que estúdios de pequeno e médio porte possam crescer. Enquanto o debate sobre ética e substituição de empregos pela IA continua acalorado no ocidente, para a Shift Up, a tecnologia aparece como a única ferramenta capaz de equilibrar a balança contra a tática de ondas humanas das superproduções chinesas e norte-americanas.
E você, acredita que a IA vai capacitar os desenvolvedores ou ameaçar os empregos na indústria criativa?

