🛑 “Não queremos dançar no túmulo da Steam” 🛑
A guerra das lojas de PC acabou? Parece que a estratégia da Epic Games mudou de “destruir” para “coexistir” — mas a ambição continua gigante. 🎮
Steve Allison, chefe da Epic Games Store, abriu o jogo em entrevista recente ao IGN, revelando que o objetivo da empresa não é mais derrubar a Valve, mas sim conquistar uma fatia de mercado de 25% a 30%, tornando-se uma plataforma impossível de ser ignorada pelos desenvolvedores.
📊 **Os Números da “Guerra Fria”**
Embora o número de usuários diários tenha caído levemente, a receita disparou. Em 2025, os jogadores gastaram US$ 400 milhões apenas em jogos de terceiros na Epic Store — um aumento impressionante de 57% em relação ao ano anterior. Isso mostra que a loja está deixando de ser apenas o “lugar dos jogos grátis” para se tornar uma loja real de consumo.
🔦 **O Caso Alan Wake 2**
A exclusividade continua sendo a arma principal. O aclamado *Alan Wake 2* é o exemplo perfeito: financiado 100% pela Epic, a Remedy (desenvolvedora) já declarou publicamente que o jogo **não existiria** sem esse investimento. Ou seja: sem a Epic, nada de Alan Wake 2. Mesmo com críticas sobre a ausência na Steam, a estratégia de bancar produções de alto risco garante títulos de peso exclusivos na vitrine da Epic.
🤝 **O Jogador Híbrido**
A Epic sabe que você não abandonou a Steam. Allison admitiu que cerca de 60% dos usuários da Epic são “dual users” (usam as duas lojas). A meta agora é dar motivos — seja por preços regionais, recompensas ou exclusivos — para que você compre *também* lá, e não apenas resgate o jogo gratuito da semana.
E você? Já comprou jogos na Epic ou só vai lá pelos gratuitos? Acha que a exclusividade de jogos como Alan Wake 2 é válida para financiar o projeto ou prejudica o consumidor?
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