Ex-diretor de Assassin’s Creed processa Ubisoft em R$ 5,3 milhões

Ex-diretor de Assassin's Creed processa Ubisoft em R$ 5,3 milhões
Ex-diretor de Assassin’s Creed processa Ubisoft em R$ 5,3 milhões

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🚨 **TRETA DE MILHÕES NA UBISOFT: EX-CHEFÃO DE ASSASSIN’S CREED PROCESSA A EMPRESA** 🚨

O clima esquentou nos bastidores de uma das maiores franquias dos games! Marc-Alexis Côté, veterano que liderou a marca *Assassin’s Creed* por anos, entrou com um processo milionário contra a Ubisoft, alegando que foi forçado a sair da empresa. O caso expõe uma disputa interna complexa envolvendo reestruturações, perda de poder e manobras corporativas.

Confira os detalhes dessa polêmica que está agitando a indústria:

📜 **O QUE ESTÁ ACONTECENDO?**
Marc-Alexis Côté, que trabalhou na Ubisoft por mais de 20 anos, está pedindo **1,3 milhão de dólares canadenses** (aproximadamente R$ 5,3 milhões na cotação atual) em indenização. A acusação principal é de **”demissão indireta”** (ou *constructive dismissal*). Basicamente, ele alega que a Ubisoft tornou suas condições de trabalho insustentáveis para forçá-lo a pedir demissão, evitando assim o pagamento de direitos trabalhistas.

🏗️ **O MOTIVO DA DISCÓRDIA**
A confusão começou com uma grande reestruturação interna e a criação do **Vantage Studios**, uma nova divisão apoiada pela gigante chinesa Tencent para gerenciar as principais franquias da casa (como *Assassin’s Creed*, *Far Cry* e *Rainbow Six*).

Segundo o processo, Côté afirma que:

* **Foi “rebaixado”:** A Ubisoft teria oferecido a ele um novo cargo de “Chefe de Produção”, que ele considerou um rebaixamento inaceitável. Nessa nova função, ele perderia sua influência, deixaria de reportar diretamente ao CEO Yves Guillemot e ficaria subordinado a um novo “Chefe de Franquia”.
* **Foi impedido de crescer:** Ele alega que tentou se candidatar ao cargo principal de “Chefe de Franquia”, mas foi bloqueado porque a posição exigia residência na França (ele baseava-se no Canadá).
* **Saída forçada:** Após recusar o novo cargo, a Ubisoft teria anunciado publicamente sua saída como uma “decisão voluntária”. Côté diz que isso foi uma tática para não pagar sua rescisão e, pior, para manter ativa uma **cláusula de não-concorrência**, impedindo-o de trabalhar em outras empresas de games.

💰 **O QUE ELE QUER?**
Além da indenização financeira (equivalente a dois anos de salário e danos morais), o executivo quer a anulação da cláusula de não-concorrência para poder seguir sua carreira na indústria.

Essa batalha judicial joga luz sobre as tensões internas da Ubisoft em um momento crítico de mudanças estratégicas. Até o momento, a empresa afirma que a saída foi voluntária.

👇 **E VOCÊ, O QUE ACHA?**
A Ubisoft agiu certo ao reestruturar a liderança ou errou feio com um veterano de duas décadas? Deixe sua opinião nos comentários!