Jane Fiona lanca arena shooter Don’t Stop Girlypop apos seis anos

Jane Fiona lanca arena shooter Don’t Stop Girlypop apos seis anos
Jane Fiona lanca arena shooter Don’t Stop Girlypop apos seis anos

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🎮✨ DE 15 A 21 ANOS: A JORNADA DE “SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS” POR TRÁS DE DON’T STOP, GIRLYPOP!

Você já imaginou dedicar toda a sua adolescência à criação de um único projeto? Foi exatamente isso que Jane Fiona, a mente brilhante por trás de *Don’t Stop, Girlypop!*, fez. Começando o desenvolvimento aos 15 anos, ela acaba de lançar seu arena shooter frenético aos 21, trazendo uma lição valiosa sobre persistência e marketing indie.

💖 **A Virada de Chave: O Nome é Tudo**
Originalmente, o projeto se chamava “Incolatus”. O resultado? Ninguém se interessava. Jane aprendeu na prática que, no mar de jogos independentes, “o título é o pitch”. Ao mudar para *Don’t Stop, Girlypop!*, o jogo não apenas ganhou uma identidade vibrante e imediata, como também explodiu em alcance online, facilitando o financiamento e o desenvolvimento final.

🏃‍♀️ **Mecânica: Pare e Morra**
Inspirada pela velocidade de clássicos como *Quake* e *Doom*, Jane transformou a movimentação na regra de ouro. No jogo, ficar parado não é opção: quanto mais rápido você se move, mais dano causa e mais vida recupera. É uma dança caótica de tiros e acrobacias onde a lentidão é punida severamente.

🌈 **Estética Y2K e Narrativa com Propósito**
Esqueça os tons cinzentos e sombrios dos shooters tradicionais. Aqui, a estética é pura nostalgia dos anos 2000 (Y2K), repleta de cores vibrantes, plumas e brilho. Mas não se engane pela aparência “fofa”: a narrativa carrega críticas anticapitalistas e ambientais, colocando o jogador contra a corporação mineradora Tigris Nix para salvar o mundo com o poder do “Amor”.

Uma verdadeira aula de que identidade visual e um conceito forte podem salvar um projeto. O que achou dessa mistura de FPS hardcore com estética pop?

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