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Polêmica nos bastidores da indústria de games: a Remedy Entertainment defendeu firmemente a exclusividade de Alan Wake 2 na Epic Games Store, rebatendo críticas sobre o potencial de vendas do jogo.
A discussão ganhou força após comentários de Michael Douse, diretor de publicação da Larian Studios (responsável pelo sucesso Baldur’s Gate 3). Douse argumentou que a estratégia de manter o jogo fora do Steam pode ter custado à Remedy centenas de milhões em receita perdida, sugerindo que o modelo de exclusividade limita o alcance de obras aclamadas pela crítica.
Em resposta, a Remedy foi direta: sem a Epic Games, Alan Wake 2 não existiria. Thomas Puha, diretor de comunicações do estúdio, explicou que a parceria não foi apenas uma compra de exclusividade temporária, mas um acordo de publicação completo. A Epic financiou 100% dos custos de desenvolvimento e marketing, assumindo todo o risco financeiro e permitindo que a Remedy tivesse total liberdade criativa para entregar a visão dos seus sonhos, algo que, segundo eles, seria inviável sem esse aporte.
Dados recentes apontam que Alan Wake 2 ultrapassou a marca de 2 milhões de cópias vendidas e, após recuperar os custos do investimento inicial da Epic, finalmente começou a gerar royalties diretos para a Remedy. O caso ilustra um dilema moderno dos games: a segurança do financiamento garantido versus o alcance massivo da base de jogadores do Steam.
Para a Remedy, a escolha foi clara: priorizar a existência do jogo e a integridade artística. E para você, a decisão foi acertada ou o jogo deveria estar em todas as lojas desde o primeiro dia?

