🚀 **Polêmica no ar: Ex-Chefe de Skyrim diz que Starfield “não tem o mesmo calibre” dos clássicos da Bethesda**
Bruce Nesmith, ex-designer chefe de *Skyrim* e figura central na criação de *Starfield* (ele deixou a Bethesda em 2021), abriu o jogo sobre o RPG espacial em uma entrevista recente. Embora ele afirme sentir orgulho do projeto e considerar *Starfield* um “ótimo jogo”, sua análise crítica revela por que o título não atingiu o status lendário de seus antecessores.
🌌 **O Problema da “Vastidão Vazia”**
Nesmith apontou que a aposta massiva na geração procedural (para criar os 1000 planetas) cobrou um preço alto. Segundo ele, quando os planetas começam a parecer repetitivos, a emoção da exploração desaparece. Ele até revelou que houve debates internos: inicialmente, ele propôs um escopo menor, com apenas cerca de duas dúzias de sistemas solares, para focar na qualidade e densidade do conteúdo, mas a decisão final foi expandir para a escala massiva que vimos.
👾 **”Espaço é inerentemente chato”**
Uma das falas mais duras foi sobre a natureza do cenário. Nesmith argumentou que o espaço real é descrito como “o nada” e, portanto, viajar por ele não é excitante por si só. Ele também criticou a falta de variedade nos inimigos: enquanto lutamos muito contra humanos, as criaturas alienígenas acabam sendo “apenas lobos espaciais” — estão lá, mas não geram histórias ou desafios memoráveis como deveriam.
⚖️ **O Peso da Marca Bethesda**
Um ponto interessante levantado pelo ex-executivo é a questão da expectativa. Ele acredita que, se *Starfield* tivesse sido lançado por qualquer outro estúdio que não a Bethesda, a recepção teria sido muito mais calorosa. O “padrão Skyrim” criou uma sombra gigantesca que, segundo ele, *Starfield* não conseguiu superar, apesar de suas qualidades técnicas e de polimento (que ele elogiou, citando como o lançamento mais estável da empresa).
E você, concorda com Nesmith? A escala gigantesca de *Starfield* atrapalhou a diversão ou você curtiu a exploração espacial? 👇
